Estavamos todos sentados a beira cás
Quando aparece para nós uma mulher...
Medinga, Negra, aparentemente de disturbios mentais,
Segurando uma sacola plástica com bugigangas e catando latas no chão.
e ela Pergunta-nos...
- Quem sou Eu?
- O que é ser simpático?
Ela é o que Eu não vejo ser!
Ela traz na bolsa o que tentamos esconder...
Ela nos indaga com o que não vivemos para responder.
- Ela é uma realidade...
- A minha realidade.
Um ser humano nú com nada para oferecer,
tentando fazer amizade com estranhos para ter o que comer...
com uma bagagens de coisas que só servem para sí...!
Mesmo assim com muita fé,
Lá vai ela...
Seguindo a pé...
Todos os dias...todos os dias!
assim como você!
- Cubana Rodrigues.
- Quem são os subversivos... Diante do infinito que anda sempre na contra mão, minutos que adiante e passam deixando os sorrisos de domingo naquela praça. Onde de penetra a poetisa declama um poema de que o mundo é quadrado... Os amores certos e incertos puros e profanos, ficam magrinhos que quase nunca são percebidos. Oh! Lua sempre você brilhando pois não pode deixar de levar seu sorriso ao mar que se agita feliz deixando nada mais sublevar. Não somos tão crianças. Só porque hoje é 12 de outubro já querem cantar marcha soldado e serem fabricante do que ninguém mais pode ou ousa fazer...Tinha que subverter... Ah! sublevação de não aceitar o súbito desses que subjacentes traz a reflexão de quem não intende toda essa retórica da memoria dos domingo na praça. Mais juntos lá vão eles andar pela contra mão, nem é grego, nem judeu apenas cristãos. Não tente entender nem subverter! Nós somos assim unicos como você.
sábado, 18 de abril de 2009
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