Estavamos todos sentados a beira cás
Quando aparece para nós uma mulher...
Medinga, Negra, aparentemente de disturbios mentais,
Segurando uma sacola plástica com bugigangas e catando latas no chão.
e ela Pergunta-nos...
- Quem sou Eu?
- O que é ser simpático?
Ela é o que Eu não vejo ser!
Ela traz na bolsa o que tentamos esconder...
Ela nos indaga com o que não vivemos para responder.
- Ela é uma realidade...
- A minha realidade.
Um ser humano nú com nada para oferecer,
tentando fazer amizade com estranhos para ter o que comer...
com uma bagagens de coisas que só servem para sí...!
Mesmo assim com muita fé,
Lá vai ela...
Seguindo a pé...
Todos os dias...todos os dias!
assim como você!
- Cubana Rodrigues.
- Quem são os subversivos... Diante do infinito que anda sempre na contra mão, minutos que adiante e passam deixando os sorrisos de domingo naquela praça. Onde de penetra a poetisa declama um poema de que o mundo é quadrado... Os amores certos e incertos puros e profanos, ficam magrinhos que quase nunca são percebidos. Oh! Lua sempre você brilhando pois não pode deixar de levar seu sorriso ao mar que se agita feliz deixando nada mais sublevar. Não somos tão crianças. Só porque hoje é 12 de outubro já querem cantar marcha soldado e serem fabricante do que ninguém mais pode ou ousa fazer...Tinha que subverter... Ah! sublevação de não aceitar o súbito desses que subjacentes traz a reflexão de quem não intende toda essa retórica da memoria dos domingo na praça. Mais juntos lá vão eles andar pela contra mão, nem é grego, nem judeu apenas cristãos. Não tente entender nem subverter! Nós somos assim unicos como você.
sábado, 18 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Brasil, Brasil, Brasis...
Brasil, Brasil Varonil
Das terras das passeatas dos cem mil
Onde não se vê da Lapa a figura do Anil
Brasil, Brasil varonil
Da terra que planta café
terra que fabrica, pelé
Sai o trem das onze sem integração Rio- Magé
menina do sorriso bonito
Por favor não se torne mulher
São 1:24 da madrugada do dia 1º de novembro,
Cansada de pés no chão vestida de calça jeans,
Nesse pequeno aposento...
Debruçada em cima de uma marquise em minha imaginação.
Brasil, Brasil Varonil
de todos os que tomam café
E hora de dormir! Agora!
Pois o trem que passa esse sempre tem hora
Não chore de rir senhora
Pois a chuvinha que cai nessa madrugada.
Retrata a tristeza dos que acordam daqui a pouquinho...
Para a saída da Jangada metalica sem demora.
Das terras das passeatas dos cem mil
Onde não se vê da Lapa a figura do Anil
Brasil, Brasil varonil
Da terra que planta café
terra que fabrica, pelé
Sai o trem das onze sem integração Rio- Magé
menina do sorriso bonito
Por favor não se torne mulher
São 1:24 da madrugada do dia 1º de novembro,
Cansada de pés no chão vestida de calça jeans,
Nesse pequeno aposento...
Debruçada em cima de uma marquise em minha imaginação.
Brasil, Brasil Varonil
de todos os que tomam café
E hora de dormir! Agora!
Pois o trem que passa esse sempre tem hora
Não chore de rir senhora
Pois a chuvinha que cai nessa madrugada.
Retrata a tristeza dos que acordam daqui a pouquinho...
Para a saída da Jangada metalica sem demora.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Disse um ditador:
Eu te Amei e daí...
Eu te amei tanto que esqueci de mim...
Nada em que vivemos foi em vão
Seria tolice voltarmos atrás?
Eu espero por você?...
Enquanto você espera por mim.
Nada em que vivemos foi em vão
Seria tolice voltarmos atrás?
Eu espero por você?...
Enquanto você espera por mim.
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