assim como você!

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Quem são os subversivos... Diante do infinito que anda sempre na contra mão, minutos que adiante e passam deixando os sorrisos de domingo naquela praça. Onde de penetra a poetisa declama um poema de que o mundo é quadrado... Os amores certos e incertos puros e profanos, ficam magrinhos que quase nunca são percebidos. Oh! Lua sempre você brilhando pois não pode deixar de levar seu sorriso ao mar que se agita feliz deixando nada mais sublevar. Não somos tão crianças. Só porque hoje é 12 de outubro já querem cantar marcha soldado e serem fabricante do que ninguém mais pode ou ousa fazer...Tinha que subverter... Ah! sublevação de não aceitar o súbito desses que subjacentes traz a reflexão de quem não intende toda essa retórica da memoria dos domingo na praça. Mais juntos lá vão eles andar pela contra mão, nem é grego, nem judeu apenas cristãos. Não tente entender nem subverter! Nós somos assim unicos como você.

terça-feira, 28 de julho de 2009

No Vasto empoeirado

"Mais uma festa que se vai
Uma saudade que rola..."
Canta o poeta nordestino
Sem candieiro, ouço a Sanfona em meus pensamentos.
O meu coração burbulhando por dentro Você de longe despreza o que tenho!
Eu Sofro com esses amores Platônicos, Que Plutão deixou de existir.
choro em mais um vento,
danço em mais uma brisa,
falo de mais de um poeta,
juro mais um amor,
canto mais um verso sem universo,
desses que não restará...Nem Eu e nem você...
De que valem seus caprichos?
Eu sofro no lixo dos meus desvaneios,
De você talvez Eu nunca me esqueço?
Mais sou forte como um cabra, perante ti não me arreio,
Sigo devagar e sempre de um burro amuado
no vasto empoeirado do sertão brasileiro.

sábado, 11 de julho de 2009

Fina Batucada

João de barro quando bica bate fina batucada
Com lata na cabeça tudo cria nada acaba!
Mundo velho bossa Nova na Bahia me disseram:
- Que o Riko passou lá!
Quem pode dorme, Se não pode, se sacode
Se não guenta a massa ajuda.
Quem pode fala, Se não presta, se arrebenta
Amazonas Prometida, nada disso!
Querem água, vira guerra, guerra Santa
Se tú bebe agua benta negro Louro,
Tá valendo sou mestiço vim da Asia!